Simplesmente Lu

Maio 29 2005

raul_olhos.jpg 

 

Estes olhos acima são do poeta, escritor, sociólogo, autor teatral, diretor e ator Raul Franco. Será que esqueci alguma referência? Ele é paraense, mas está morando no Rio de Janeiro, onde continua esbanjando talento. Fiquei tão feliz com o que ele escreveu para mim no blog dele - http://www.cronicasdavidamoderna.blogger.com.br/ -, que resolvi agradecer, republicando aqui no meu pequeno espaço. Raul, depois de tantos anos, vejo que a essência continua a mesma. Valeu!
Lu.

 

aproveitando que estou tão passional e com insônia, mais um post. e dedico este a Luciane Barros que me escreveu algo tão bonito quando eu mais precisava. ou seja, hoje. rsrsrsrs.

 

Lua para Luciane

 

Um dia te dei a Lua

Mas esqueci que a Lua desbota

Te ofereci o céu

Mas também esqueci que do céu caem meteoros

Passeamos por planetas

Mas continuamos terráqueos

E tudo ruiu antes de abril

Agora teu coração não me pertence como antes

Diamantes feitos de vidro se quebram

Sorrisos feitos de lágrima se perdem

O meu olhar agora é triste

Como a chuva que cai e molha a janela

Mas como diria o poeta:

¿De tudo fica um pouco...¿

De nós ficou um rastro...

E um frasco vazio

Da mais bela poção de amor

 

 

Raul Franco


:: RAUL FRANCO 5:34 AM [+] ::
...

 

SOBRE OS COMENTÁRIOS:
Rô, o espetáculo teve ótima renda, graças ao bom Deus. Vou dar teu beijo na tia Vera. E pra vc, um beijaço!!!
Oi Milene, obrigada pela visita, volte sempre. Estou bem sim. Ano que vem tem "Cantando..." de novo, aí vc vai. Te amo tb fofíssima e saiba que continua linda no palco. Beijos para toda a famíla Abinader.
Silvia, que pena que não foi, mas espero que esteja em plena forma até a viagem. A gente perde um pouco aqui, mas ganha muito adiante. E não esquece de tirar muitas fotos. Te adoro!
Mel, vc não é aprimeira que diz que não consegue acessar ou comentar nesse blog, mas enfim, cá está vc. Obrigada pelas palavras lindas, só que acho que meus textos ainda estão longe da perfeição dos seus movimentos. Saudades tb. E volte sempre.
Bjs a todos,
Lu.

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 19:40

Maio 22 2005

Espetaculo_fotoOK.jpg 

 

Gente, essa foto foi da nona edição do espetáculo "Cantando e Dançando a Amazônia", que ocorreu na última quarta-feira, dia 18, no Theatro da Paz. O evento é um show beneficente, com renda revertida para as obras sociais do Abrigo João de Deus - que trabalha com mendigos doentes.

Na foto, entre alguns componentes da diretoria do abrigo, estão os artistas Alcyr Guimarães, Márcia Aliverti e Nilson Chaves, da esquerda para a direita. O momento foi do início do espetáculo, que adotou como temática a "Paz" e que, graças a Deus, teve casa lotada. O clique é da Louise Lima, minha parceira de TCC (que não é nada chata, viu Louise, ao contrário!?).
E abaixo, um depoimento que escrevi como parte da avaliação da disciplina Laboratório de Comunicação Empresarial, que será publicado no site (criado por alunos) de uma creche de Icoaraci.

 

PARA MUDAR O MUNDO...
(Minha experiência no Abrigo João de Deus)
Por Luciane Fiuza de Mello

 

Para ser voluntário é preciso abraçar uma causa, adotar um irmão e inquietar-se com a situação do mundo atual. Meu trabalho voluntário no Abrigo João de Deus começou quase por acaso, quando fui levada pela minha então professora de balé, Vera Lúcia Torres, para conhecer as irmãs da Congregação Missionária de São João de Deus, que cuidam, há mais de 20 anos, de homens e mulheres de rua doentes.

De início, colaborava com as montagens de dança que a escola levava em datas festivas.

 

Depois, fui me envolvendo com o trabalho desenvolvido na cidadela, um sítio localizado em Marituba, onde os internos ficam até se readaptarem ao convívio social. Lá, organizávamos eventos comemorativos e ensinávamos trabalhos artísticos de pintura e escultura, uma espécie de terapia ocupacional. Nessa época, eu estudava Educação Artística na Universidade Federal do Pará (UFPA) e me esforçava para repassar meu aprendizado, apesar da inexperiência.

 

Depois de um tempo, as irmãs me convidaram para integrar a diretoria, primeiro como secretária e depois como diretora social. Foi nesse período que criamos o "Cantando e Dançando a Amazônia", espetáculo anual que, este mês, completa, com sucesso, sua nona edição. São eventos organizados pela diretoria, trabalho voluntário e doações que mantêm essa casa de caridade, fundada pelo padre xaveriano Francisco Gugliotta, atualmente diretor espiritual do abrigo, e presidida pela irmã Lucrécia Pimentel.

 

A correria do dia-a-dia e aquela famosa “falta de tempo” do mundo moderno acabaram me afastando desse serviço. Mas, foi com a iluminação divina, acredito eu, que voltei, assim meio que “por acaso” para este local. Foi durante uma aula da disciplina Laboratório de Comunicação Empresarial que escolhi o abrigo - juntamente com algumas colegas de turma do curso de Jornalismo UFPA - para realizar um trabalho voluntário.

Preparamos um projeto para a criação de um Departamento de Comunicação Social no Abrigo João de Deus. Trabalho esse que se transformou na minha monografia, que está sendo feita em parceria com a estudante Louise Lima. Pretendemos implantar, até o final do ano, uma Assessoria de Imprensa no abrigo. Vamos criar um “website” e um informativo mensal. Essas ferramentas comunicacionais servirão, entre outras finalidades, para divulgar o trabalho lá realizado, assim como recrutar doadores e voluntários (especialmente médicos, assistentes sociais, terapeutas e arte-educadores).

 

Olhando para o passado e para o presente, vejo o poder da mão de Deus organizando as tais “coincidências” da vida. Estou satisfeita em poder realizar, nesta entidade, um trabalho que antes era feito intuitivamente, porém com muita garra e vontade de ajudar. É como diz a sabedoria popular: “Se quiser mudar o mundo, comece por você mesmo”. Nisso consiste o voluntariado.

 

SOBRE OS COMENTÁRIOS:
Nathy, que bom que gostou da foto e do texto. Soube hoje que quando a Shirley (fotógrafa) viu a postagem, chorou de emoção. Essas são as pequenas coisas que fazem a vida ser tão imensa...
Louise, quem me dera ter merecido uma palavra, ou mesmo um olhar terno, do maestro. Mas quem sabe ele não folheou satisfeito esse livro, sentadinho lá naqueles bancos históricos da praça, fugido do paraíso. E quem pode dizer que o Waldeco, onde estiver, não se emocionou com tantas homenagens lindas feitas para ele lá no "Cantando...", como as do Grupo Vocal Vox Brasilis e do maestro João Bosco?!
Rô, agradeço mais essa visita. Obrigada pelas palavras - prometo que agora vou manter esse visual e parar de ficar mudando toda hora - e me avisa da festa que eu quero ir sim.
Renata, fico feliz que tenha gostado da leitura e concordo com você: Waldemar Henrique é a cara do Pará! E será eternamente lembrado pelo seu talento indescritível.
Bjs a todos!
Lu.

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 21:43

Maio 13 2005

WALDEMAR1.jpg 

 

Esta matéria foi publicada em um pequeno livro, com tiragem limitadíssima, que fala
sobre a Praça da República ("Num banco de praça"). O trabalho resultou de um curso
de redação jornalística, que fiz em 2004. Se Waldemar estivesse vivo, estaria completando 100 anos. Desde o início do ano, muitas homenagens estão acontecendo aqui em Belém. Aí vai a minha. A matéria está publicada também no jornal on line do Centro de Letras e Artes da UFPA, no seguinte endereço: http://www.ufpa.br/cla/jornal/edicoes_anteriores/2003/10_11_12/reportagens/
Waldemar_Henrique.htm

"O novo no velho Waldemar"
Waldemar Henrique foi compositor, pianista, maestro, carnavalesco e tantas outras facetas que permanecem vivas no imaginário do povo paraense. Mas o que imortaliza um gênio? Pode-se dizer que é o resgate de suas obras, suas realizações e mesmo a homenagem de uma arquitetura, como o Teatro Waldemar Henrique, localizado no coração da Praça da República. E por que não dizer também que a imagem daquele senhor simpático passeando pela praça sobrevive na memória de muitos? Waldeco morou por um longo período nos arredores da praça, chegando a viver no Teatro da Paz durante o tempo em que foi diretor da casa de espetáculos. Em depoimento à fotógrafa Elza Lima (autora da foto acima), Waldemar disse considerar a praça: seu lugar preferido da cidade. Desde os nove anos, o maestro freqüentou a praça. É provável que tenha sentado muitas vezes no banco que ilustra essa reportagem durante os seus 80 anos de vida.

 

Passeando pela música e vida do maestro é possível enxergar um artista lírico, mas que tende ao popular e universal. Hoje Waldemar Henrique está sendo resgatado de várias formas, com vários ritmos, por um eclético grupo de artistas paraenses. Toni Soares, Maria Lídia, Andréa Pinheiro, Lu Guedes, Cravo e Carbono, Almirzinho Gabriel decidiram reler Waldemar Henrique.

 

O famoso Uirapuru na voz de Andréa Pinheiro ganhou uma roupagem funk-rap com pandeiro. "A gente achava que algumas músicas pediam outros ritmos, como o chorinho,
a valsa, o tango", diz a cantora, que gravou, em 2001, um Cd só com músicas do
maestro. Batizado de Fiz da Vida uma Canção, o Cd tem dezesseis composições de Waldemar Henrique, arranjadas por Floriano. Essas versões da obra de Waldeco
renderam quatro apresentações de Andréa e Floriano no Rio de Janeiro, no Teatro Café Pequeno e no Sesc Copacabana.

 

Almirzinho Gabriel também decidiu mexer em um outro clássico de Waldemar:
Boi-Bumbá. Originariamente um choro, o arranjador descompassou a canção. "Fiz
porque eu não vou falar como ele falava, nem pensar como ele pensava", explica o cantor, que classifica o maestro como "Luiz Gonzaga do Norte". A versão de Boi-Bumbá
de Almirzinho está no Cd Made in Pará 2, produzido pela cantora e compositora Maria
Lídia.

 

É bem provável que Waldemar tivesse gostado de ver os novos arranjos. O carnavalesco Luiz Guilherme Pereira, primo do maestro, lembra da veia popular do músico. Em 1974, Waldemar e o poeta João de Jesus Paes Loureiro escreveram o samba-enredo Marajó, Ilhas e Maravilhas, defendido pela escola de samba belenense Quem São Eles. A intenção de um grupo de artistas da época era procurar vincular "o carnaval paraense
a um sentido mais amazônico", recorda Guilherme Pereira.

 

Em 1985, foi a vez da Quem São Eles homenagear Waldemar Henrique com o samba-enredo Waldemar Henrique - O Canto da Amazônia. Guilherme Pereira lembra a frase de Waldemar durante o chuvoso desfile da escola. "Se as pessoas pudessem estar no meu lugar vendo tudo isso, ouvindo os aplausos da multidão, sentiriam que nada poderia ser mais bonito".

 

Em sua época, Waldemar não foi tão popular pelo caráter erudito de certas canções. "Naquele tempo, esse tipo de música não tinha tanta penetração nos meios de massa", conclui Andréa Pinheiro. O resgate de Waldemar Henrique mostra sua presença
na cultura paraense não como parte do passado, mas como fonte presente. Tão presente quanto o banco da praça da República que o compositor freqüentou dos 9 aos 81 anos de idade.

"Fiz da Vida uma Canção"
Waldemar Henrique nasceu em 15 de fevereiro de 1905 na ainda rica Belém do Pará. Morreu em 30 de março de 1985 na mesma cidade, passando por dificuldades financeiras. Além de canções, Waldemar também escreveu trilhas para peças teatrais e filmes. Foi integrante da Academia Brasileira de Música, secretário de Cultura do Estado do Pará, diretor do Teatro da Paz e da Escola de Teatro e Música da Universidade Federal do Pará (ETDUFPA), entre outros cargos. Na época em que morou no Rio de Janeiro, foram compostas algumas das suas mais populares canções: Tambatajá, Cobra Grande, Matintaperera.

 

Pela discente Luciane Fiuza de Mello

 

Resultado do Curso de Redação Jornalística, uma realização da Casa da Linguagem - Fundação Curro Velho. Orientador: Professor Luis Indriunas.


 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 02:23

Maio 10 2005

Luciane e Louise.jpg 

 

Ainda na linha das homenagens, hoje quero oferecer esta postagem para uma
pessoinha muito linda: a Louise, minha sobrinha. Ontem, Dia das Mães, a "minha
princesa" me deu um presente lindo e disse que sou uma das mães dela. Claro
que a tia Lu aqui ficou toda derretida, mas a verdade é que amo a Louise como
se fosse minha filha.
Esta foto linda é da Shirley Penaforte, fotógrafa do Amazônia Jornal que, além
de ser uma super profissional (Prêmio Esso e tudo), é um ser humano incrível.
Epa, mais uma homenagem!? Este momento especial foi registrado, ano passado,
na praça Batista Campos, durante uma sessão de fotos que dei de presente pra
Louise.

 

SOBRE OS COMENTÁRIOS:
Rô, fique lisonjeada sim, porque você é tudo aquilo que escrevi, e muito mais. Não
deu pra ir lá no bolinho, mas vamos marcar "aquela" farra pra comemorar.
Nádia, concordo que as mulheres, de várias formas, enfrentam, até hoje, uma grande
luta. Com as "coisas do coração", inclusive, os cientistas já provaram que sentimos diferente "deles". Só que, neste caso, é uma saudade que só me faz bem.
Nathy, idem, idem e idem.
Beijinhos a todos! Lu.

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 02:07

Maio 08 2005
rosazul3.jpg 

Uma rosa para quem tem tantas rosas no nome: Rosana Rosário, esta postagem é
para você, a aniversariante do dia.
Desejo que esta rosa azul, símbolo de realização de sonhos impossíveis, seja um
sinal de muita sorte. Hoje e sempre. Este é um presente especial para quem, com
a magia do palco, sabe transformar sonhos em realidade, pessoas em Esmeraldas, mulheres em Cisnes...
Parabéns para a bailarina mais talentosa do pedaço!!!

 

SOBRE OS COMENTÁRIOS:
Louise, tu andas muito curiosa, mas vou pensar no teu caso. Beijinhos da tia Lu.
Rô, tens razão, este sentimento me faz muito bem.

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 06:03
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Maio 06 2005

olho azul.bmp 

Hoje li a Crônica III da Elck e fiquei pensando muito em uma pessoa... Não posso falar o nome, mas posso publicar o que escrevi por causa dessa saudade.

 

Tento em vários meios uma chance

Para me aproximar Através das palavras

Através desse meu jeito

Não sei se você pode notar

Digo coisas do peito

Não sei mais o que falar

Deixo algumas coisas

Eu encontro outro meio

Me disponho pra recomeçar

Parece um anjo

Esse seu jeito me faz crer

Posso estar enganada

Mas eu vejo só você.

 

SOBRE OS COMENTÁRIOS Valeu Rô. Que bom que veio me visitar. Pois é, ainda não tenho o que almejo, mas estou feliz com o que tenho e com a luta que venho travando. Beijinhos. Eli, que bom que gostou da poesia. Sei o quanto você gosta desta cidade. Eu também torço pelo seu sucesso. Lu.

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 04:27

Maio 05 2005

borboleta5.jpg 

 

Uma poesia de Cecília Meireles, que é meu lema de vida: para todos que sabem
ser uma metamorfose ambulante:

 

Renova-te
Renasce em ti mesmo
Multiplica os teus olhos para verem mais
Multiplica os teus braços para semeares tudo
Destrói os olhos que tiverem visto
Cria outros para as visões novas
Destrói os braços que tiverem semeado
Para se esquecerem de colher
Sê sempre o mesmo
Sempre outro
Mas sempre alto
Sempre longe
E dentro de tudo.

 

SOBRE O COMENTÁRIO:
Thiago, concordo contigo: Belém continua sendo "a terra do já teve". Como te falei, não adianta só fazer restaurações e novas construções, se não houver melhoria no aspecto geral. Por exemplo, o entorno das obras, o cuidado com a natureza, o tratamento da
orla e dos buracos das ruas, por aí vai. Só assim ela continuará sendo fonte de
inspiração para nossos poetas. Acho que esse texto foi escrito em um momento de nostalgia pura. Valeu meu amigo!

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 04:33
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Maio 02 2005

Esse texto, que nunca foi publicado, foi resultado da disciplina Estudo de Temas Amazônicos. Seguindo a linha papa-chibé, mais uma homenagem a Belém.

 

BELÉM DE OUTRORA

Por Luciane Fiuza de Mello

 

“Antigamente, quando eu era ainda criança, cantava com os meninos da vizinhança alegremente. ‘Senhora Dona Sancha, coberta d’ouro e prata, descubra seu rosto que
nós queremos ver’...” (Waldemar Henrique; Senhora Dona Sancha)”.

 

São 389 anos de encantamento. Cidade de ruas de inspiração. Belém dos artistas de outrora. Cidade cantada pelos artistas de agora. Belém já sem tantas mangueiras.
Sem tantas conversas de fim de tarde ao som de cantigas infantis. Belém de tradições.
Do papo gostoso na porta. Das novenas e das quermesses. “Do mais suave perfume”. Belém, capital do Pará. Metrópole da Amazônia.

São 389 anos de história. Belém da coragem cabana. Do áureo Ciclo da Borracha. Do
belo Palacete Pinho e do extinto Grande Hotel. Belém da Belle Epoque. Da arquitetura neoclássica. Do Theatro da Paz. Do Antônio Lemos. Belém do patrimônio da Cidade
Velha. Das praças: da República, do Relógio, Batista Campos. De Acyr, Benedito,
Jesus e Max. Belém dos bosques e bondes. Belém do Olympia. Cidade saudosa de Waldemar, Rui e Eneida. Belém de jovens poetas.

São 389 anos de vida. Belém do Landi de ontem. Belém de Chaves e Meiras de hoje. Belém do Edwaldo. Cidade de Magalhães Barata. Da Dira, Fafá e Leila. De Pinduca, Pedrinho, Nilson, Alcyr, Salomão e Pavulagem. Belém do Ver-o-Peso. Do Ver-o-Rio.
Belém do Paris N’Ámérica. Da Estação da Docas. Do tacacá e do taperebá. Do siriá
e do carimbó. Belém pai d’égua! Belém dos rios de ontem. Das ruas de hoje. Belém menina: “esse rio é minha rua”. “Olhando Belém enquanto uma canoa desce o rio”:
Belém madura.

Santa Maria de Belém do Grão Pará. Santa Maria na devoção dos portugueses.
Virgem de Nazaré na fé dos paraenses. Belém da força. Belém do Forte. Belém da saudade. Belém da esperança. Belém da poesia. São 389 anos: “Isso é Belém, isso
é Pará, isso é Brasil!”


 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 21:31

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