Simplesmente Lu

Novembro 27 2007
publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 20:43
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Novembro 26 2007

                                                                "...Quem modelou teu rosto?
Quem viu a tua alma entrando?
Quem viu a tua alma entrar?
Quem são teus inimigos?
Quem é de tua cria? A professora
Adélia, a tia Edilamar e a tia
Esperança
Será que você vai saber
O quanto penso em você com
o meu coração?
Será que você vai saber
O quanto penso em você com
o meu coração?
Quem está agora ao teu lado?
Quem para sempre está?
Quem para sempre estará?..."

  

(Legião Urbana - O Descobrimento do Brasil )

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 02:54
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Novembro 26 2007
 
No vídeo acima, bailarinos da cia. de dança de Béjart apresentam trecho do espetáculo Ballet for Life, dirigido e coreografado por Maurice Béjart, que homenageia todos os que se foram cedo demais. Com músicas de Fred Mercury, a peça é um exemplo da genialidade do mestre, que morreu no dia 22 deste mês. Perdemos um grande artista, que nos deixou um legado de valor inestimável.  
publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 02:45

Novembro 25 2007

Morreu Maurice Béjart  (22 de novembro de 2007)

 

Aos 80 anos, desapareceu um dos mais destacados coreógrafos do século XX O coréografo francês Maurice Béjart, um dos fundadores da dança contemporânea, morreu aos 80 anos, anunciou a companhia Béjart Ballet Lausanne

 

Nascido a 01 de Janeiro de 1927 em Marselha, Maurice Berger, de seu nome de batismo (adotaria mais tarde, em homenagem a Moliére, o patronímico da mulher do dramaturgo, Armando Béjart), formou-se em Filosofia mas abandonou os estudos para se consagrar, a conselho médico, à dança.

Em Londres e depois em Paris fez a sua formação clássica e assinou a sua primeira coreografia em 1952, para o filme sueco "Pássaro de fogo", de que foi um dos principais intérpretes.

Inconformado com o que descrevia como uma arte - a do bailado - "separada das massas", Maurice Béjart inova com "Symphonie pour un homme seul" (1955), sobre a música de vanguarda de Pierre Henry e Pierre Schaeffer.

A dança, com ele, torna-se física, sensual, o que desagrada aos círculos tradicionais. Béjart não aceita a rejeição e parte para Bruxelas, onde o seu bailado "Sagração da Primavera" tem um acolhimento triunfal no Théâtre royal de la Monnaie (TRM).

Um ano mais tarde, funda os "Ballets du XXme sicle", grupo à frente do qual soma êxito após êxito, não apenas na capital belga mas no estrangeiro.

Das coreografias que ao longo dos anos assinou, tiveram especial repercussão "Boléro" (1960), a "IXme symphonie", de Beethoven (1964), "Roméo et Juliette" (1966), "Messe pour le temps présent" (1967) e "Malraux" (1986).

Na sequência de um "braço de ferro" com o director do TRM, Gérard Mortier, Maurice Béjart prosseguiu a sua aventura coreográfica na Suíça em 1987, com a sua companhia, rebatizada Béjart Ballet Lausanne, e em seguida com o Rudra Béjart Ballet (1992). Abriu igualmente escolas em Dacar e em Bruxelas.

As suas criações nos últimos anos ganharam em ambição, e em dimensão, como nos casos de "Ring um den Ring" (1990), sobre música de Wagner, e "MutationX" (1998).

De mais recente data são "Mre Teresa et les enfants du monde" (2002), "Ciao Federico" (Fellini, en 2003), e "Zarathoustra" (2006).

Em 2004, a companhia de Béjart actuou em Portugal. Anteriormente, ainda durante o regime de Salazar, Béjart foi expulso do nosso país, no final de um espectáculo no Coliseu de Lisboa, por ter guardado um minuto de silêncio pela morte de Kennedy e condenação da ditadura. A PIDE conduziu o coreógrafo até à fronteira.

Maurice Béjart foi distinguido com a Ordem do Sol Nascente (1986) pelo imperador japonês Hirohito, nomeado Grande Oficial da Coroa (1988) pelo rei belga Balduíno, e eleito em 1994 membro da Academia (francesa) das Belas Artes.

Com Lusa

 

 

Fonte: http://sic.sapo.pt/online/noticias/cartaz/20011122Morreu+Maurice+Bejart.htm


publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 23:34
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Novembro 18 2007

 

Depois da chuva da tarde, havia um coração no meio do caminho. No meio do caminho havia um coração. O fazer artístico da natureza. O belo na simplicidade do acaso. Recorro ao Drummond para tentar falar da beleza da imagem... Falar torna-se desnecessário. O registro foi inevitável. 

 

"Chuva que cai lentamente no rio

Soando baixinho um canto sutil

Chuva dos olhos plangentes da gente

Pingante da chuva cai de repente

Chuva das noites ou das madrugadas, dos lamentos, mágoas

Chuva das duas da tarde, lembranças suaves, saudades..."

 

(Trecho de "Chuva", de Nivaldo Fiuza de Mello)

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 22:28
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Novembro 14 2007

sapinhos

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 01:17

Novembro 13 2007

chaplin

Quando me amei de verdade – Charles Chaplin
 
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!
publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 20:02

Novembro 13 2007

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 19:36

Novembro 13 2007

Ando meio sem tempo para escrever como eu gosto aqui no blog, mas quando acho algum texto (ou imagem) legal na "net" ou nos meus arquivos compartilho com os visitantes e amigos que eventualmente passam por aqui. O artigo, abaixo, tem muito a ver com o meu momento atual. É da Joyce Pascowitch:

 

Puxando, mas esticando.

Falar que estou correndo nos preparativos para lançar um novo projeto parece lugar-comum. E é mesmo: quem não corre sem parar nesses tempos tão modernos? Quem não faz mil coisas ao mesmo tempo? A diferença é que agora eu estou, sim, fazendo isso tudo - mas estou calma. Calma por dentro - e feliz. Porque percebi depois de muito tempo que a gente pode correr, sim, e muito, ter problemas como todo mundo, mas que existe uma diferença quando você faz tudo isso sem grandes recompensas internas e externas - e quando você faz isso sabendo que se trata de um momento especial, de um projeto específico e que tudo está valendo a pena. É aí que mora a diferença. Eu, para ser sincera, só conhecia o outro tipo de stress: aquele onde a gente corre, corre, se desgasta muito, não é recompensada à altura do que acredita justo e às vezes nem respeitada é. Esse, posso garantir, não vale a pena. Agora, se dedicar a um projeto no qual você acredita, juntar uma equipe que pensa parecido, mobilizar gente, idéias, gerar empregos, agregar sensações e sentimentos afins, pensar no todo... tudo isso vale a corrida. Vale o cansaço, vale até o stress. Tudo o que é bom é difícil, grande novidade... Tudo dá trabalho. Mas sentir que a gente está criando, que não está copiando e sim, propondo um novo jeito, com vontade de crescer sem machucar ninguém, e sim, abrindo novos campos e novas idéias... isso é muito bom. Eu estou tendo essa chance. Devo merecer, acredito. Espero que vocês possam experimentar um dia essa mesma sensação.
 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 19:16
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