Simplesmente Lu

Novembro 26 2008

Dois momentos do blog Pedra de Alquimia, da minha amiga Mari.

 

 

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 03:03
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Novembro 26 2008

 Frejat - amor pra recomeçar

 

A música Amor pra Recomeçar, com Frejat (composição de Frejat/Maurício Barros/Mauro Sta. Cecília), de acordo com a pesquisa abaixo, nasceu inspirada no poema Os Votos, de Sérgio Jockymann,  que transcrevo porque acho que vale a pena ser lido:
15/Dez/2007 - Por meio de um antigo post, um caro leitor, Sr. Anibal Albuquerque (Secretário-Geral da Academia Varginhense de Letras), questionava sobre a autoria do texto que foi tão erroneamente atribuído a Victor Hugo(Desejos). Sr. Anibal, com a ajuda de Ailton Rocha, conseguiu chegar na versão original do poema Os Votos de Sérgio Jockymann:

 Os Votos, de Sérgio Jockymann (a verdadeira versão)

“Pois desejo primeiro que você ame e que amando, seja também amado.
E que se não o for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde mágoa.
Desejo depois que não seja só, mas que se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos e que mesmo maus e inconseqüentes sejam corajosos e fiéis.
E que em pelo menos um deles você possa confiar e que confiando não duvide de sua confiança.
E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos, nem muitos nem poucos, mas na medida exata para que algumas vezes você interprele a respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo para que você não se sinta demasiadamente seguro.
Desejo depois que você seja útil, não insubstituívelmente útil mas razoavelmente útil.
E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante, não com que os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com aqueles que erram muito e irremediavelmente.
E que essa tolerância nem se transforme em aplauso nem em permissividade, para que assim fazendo um bom uso dela, você dê também um exemplo para os outros.
Desejo que você sendo jovem não amadureça depressa demais,
e que sendo maduro não insista em rejuvenescer,
e que sendo velho não se dedique a desesperar.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram dentro de nós.
Desejo por sinal que você seja triste, não o ano todo, nem um mês e muito menos uma semana,
mas um dia.
Mas que nesse dia de tristeza, você descubra que o riso diário é bom, o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo, talvez agora mesmo, mas se for impossível amanhã de manhã, que existem oprimidos, injustiçados e infelizes.
E que estão à sua volta, porque seu pai aceitou conviver com eles.
E que eles continuarão à volta de seus filhos, se você achar a convivência inevitável.
Desejo ainda que você afague um gato, que alimente um cão e ouça pelo menos um João-de-barro erguer triunfante seu canto matinal.
Porque assim você se sentirá bom por nada.
Desejo também que você plante uma semente por mais ridículo que seja e acompanhe seu crescimento dia a dia, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano você ponha uma porção dele na sua frente e diga: Isto é meu.
Só para que fique claro quem é o dono de quem.
Desejo ainda que você seja frugal, não inteiramente frugal, não obcecadamente frugal, mas apenas usualmente frugal.
Mas que essa frugalidade não impeça você de abusar quando o abuso se impor*.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você. Mas que se morrer, você possa chorar sem se culpar e sofrer sem se lamentar.
Desejo por fim que,
sendo mulher, você tenha um bom homem
e que sendo homem tenha uma boa mulher.
E que se amem hoje, amanhã, depois, no dia seguinte, mais uma vez e novamente de agora até o próximo ano acabar.
E que quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda tenham amor pra recomeçar.
E se isso só acontecer, não tenho mais nada para desejar”.
 
Fonte: Folha da Tarde - Porto Alegre - 30 de Dezembro de 1978 (extraído do jornal escaneado presente no Blog de Emílio Pacheco)
 
* o correto de “se impor” seria “se impuser” (correção proposta pelo Sr. Anibal Albuquerque)
  
Observação: Toda pontuação e formatação do texto foram mantidas de acordo com o original.
 
Fonte de pesquisa: http://muneo.wordpress.com/2007/12/15/os-votos-de-sergio-jockymann-a-verdadeira-versao/

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 01:12

Novembro 26 2008
 Nando Reis - Por Onde Andei
publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 00:55
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Novembro 26 2008

 ana carolina - pra rua me levar
 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 00:52
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Novembro 24 2008
DO BLOG DO JU - http://quintaemenda.blogspot.com/:

23.11.08

 

Vícios de Origem

 

 

No Seventy, edição de hoje de O Liberal.

Coordenador da campanha de Regina Feio à Reitoria da UFPA, o blogueiro Juvêncio Arruda foi afastado do cargo por decisão do atual reitor Alex Fiúza de Melo.
Na avaliação da campanha, o reitor entendeu que as balas usadas por Juvêncio na campanha eram de festim. Se é para atrapalhar, melhor Juvêncio ficar em casa, de onde nunca saiu para trabalhar.


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Juvêncio de Arruda é servidor público há quase trinta anos e não tem, em sua ficha funcional, nenhuma anotação que o desabone. Muito pelo contrário.Coleciona portarias de elogios e medalhas de reconhecimento pelo trabalho realizado. Com apenas 10 anos de serviço público, alcançou o enquadramento máximo da carreira funcional de técnico da Sepof.
Em várias ocasiões foi ordenador de despesa, ou autorizou compras e contratações de serviços. Todas sofreram as necessárias fiscalizações e auditorias. Nunca respondeu ou responde a qualquer tipo de inquérito. Parte de seu trabalho na UFPA, inclusive, durante anos foi veiculado na TV Liberal. Nada mais público.
Não pode dizer nada parecido o Seventy, que escreve em suas páginas, todo santo dia, uma história de perversão, como todos sabemos, e que dispenso-me de repeti-las. As mais recentes estão nos arquivos do Quinta Emenda.
Juvêncio de Arruda não coordena a campanha da candidata Regina Feio à sucessão na UFPA, e não atira balas, mas argumentos e fatos, todos indesmentidos.
Então por que o festim do IVCezal contra Juvêncio de Arruda?
A resposta já foi adiantada aqui, há seis dias, no post Cabroeira Ordinária: as pesquisas de opinião trazem péssimas notícias ao Seventy, que reage, a partir da nota caluniosa em epígrafe, tentando criar a idéia - muita atenção comunidade universitária! - de que há um clima de desorganização na campanha da candidata, num claro e desesperado recurso de influenciar a decisão do voto na UFPA, principalmente depois que começaram os debates eleitorais, derradeira esperança de furar a laje que desde janeiro deste ano impede o crescimento de certas candidaturas, segundo pesquisas destas candidaturas.
A dez dias das eleições, gasta suas últimas balas o degenerado jornal, nacionalmente conhecido por fraudar o IVC , e na esteira, seus anunciantes e leitores.
Nada indica que a patologia que acomete o Seventy tenha cura, e não volte a recair.
É difícil, muito difícil, livrar-se dos vícios de origem.

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Ao redator da nota caluniosa, mero executor das ordens da coluna, os meus cumprimentos. Está muito bem escrita. Conseguiu até convencer o candidato Ricardo Ishak que seria verdadeira, tanto que convidou-me, através de seu filho, amigo de minha filha, a coordenar o marketing de sua própria campanha. Agradeço sua atenção, prof. Ricardo, e desejo-lhe que prossiga em sua campanha até o último dia, preservando sua reputação acadêmica e pessoal.
Ai de quem não a tem, ou não consegue esconder que não a possui.

 

 

DO BLOG DA CRIS - http://morenocris.blogspot.com/:

O Jornalismo na Linha de Tiro.

 

NA LINHA DE FRENTE

 

Os inimigos não mandam flores – é o título de uma famosa peça teatral de Ibsen. Os inimigos do jornalismo são os inimigos da verdade. A verdade não costuma interessar aos que exercem o poder. Eles não querem que seu ardis e manipulações se tornem públicos. Nem está em seus planos dividir o poder que têm, sujeitando-o a qualquer forma de controle social, que o legitimaria, mas o reduziria a um tamanho muito mais conveniente para todos(e não só para alguns), se a democracia que pregam em palanque fosse para valer na prática. O melhor jornalismo tem que fiscalizá-los e criticá-los para advertí-los sempre para a efemeridade do poder, que não pode crescer sem medidas. Por isso, os jornalistas não devem esperar flores dos inimigos da verdade. Se as recebem, é porque traíram seu compromisso.

O livro mostra a que riscos se expõe um jornalista que transforma sua profissão num ofício da verdade, medindo o que faz pelo critério que para cima da camada de turbulência a que os homens estão sujeitos em sua subjetividade e valores pessoais: o critério dos fatos. O jornalista precisa estar preparado para enfrentar não apenas o bom combate, mas as escaramuças mais sórdidas, iníquas, injustas. E estar em condições éticas e morais para superar todas elas, inclusive aquelas nas quais lama lhe é lançada – ou material ainda pior. Um jornalista digno e decente sempre conseguirá se livrar de toda e qualquer imundície. Basta que não traia seus princípios e não se desonre...um jornalista consciente da função que lhe cabe numa sociedade democrática, a de auditor do povo, raramente pode se sentir seguro. Os poderosos, contrariados, são capazes de inventar suas armas, reinventando todas as regras, as existentes e as que ainda vão criar, para atender suas conveniências. Frequentemente o jornalista independente é surpreendido por manobras rasteiras e golpes baixos. Sua arma de resistência, porém, é poderosa: ele não teme ser colocado diante dos fatos. Os fatos são seu oxigênio. Como na frase bíblica, repetida mais do que praticada, a verdade o salvará!  Lúcio Flávio Pinto.
 

 

O Jornalismo na Linha de Tiro: (de grileiros, madeireiros, políticos, empresários, intelectuais & poderosos em geral). Lúcio Flávio Pinto – Edição Jornal Pessoal. Ed. Smith.2006.

 

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Juvêncio recebe apoio de Lucio Flávio  

Reitoria da UFPA emite nota oficial

Meu caro Juvêncio

O R-70 adota a pior forma de jornalismo, como, de resto, o jornal inteiro, quando o que publica é efeito da ordem "de cima". Os fatos, ah, os fatos: não interessam. Palavras foram feitas para serem usadas como arma para faturar, consumar vingança, mandar recados, impor medo, sujeitar vassalagem. Esse paroxismo atingiu o limite da inconseqüência, como se o poder voltasse a ser dom divino. Por isso, inquestionável. O Liberal quer fazer o novo reitor, ponto. Quer mandar o atual reitor para o quinto dos infernos, ponto. Quer afastar do caminho as pedras, sem o menor humor drummondiano, ponto. São os éditos do trono. Todos têm que se curvar a eles. Só que as coisas mudaram e continuam a mudar, independentemente dos que se julgam donos das mudanças e, até, sem se poder assegurar que sejam mudanças para melhor. Se O Liberal ainda pudesse praticar jornalismo quando os temas envolvem os interesses dos "lá de cima", responderia à sua resposta com jornalismo. Teria que demonstrar o que, em magras linhas e rápidas palavras, insinuou no R-70. Assim surgiria uma salutar polêmica, mesmo que demarcada por uma regra elementar: quem for podre que se quebre. Mas dessa forma intolerante e covarde, de condenar sem processo, de impor uma "verdade" que não foi submetida à prova da demonstração, é condenar o jornal a nunca convencer sobre o que proclama o editorial dos 62 anos, no dia 15, assinado pelo reizinho apedeuta: de que possui credibilidade. Sem essa, dotô. Se não sair dessa bolha de fantasia e desfaçatez, o jornal vai chegar ao grau máximo de autismo, adquirido por vontade própria. A notinha infame, porque refratária ao contraditório e arrogante, revela o grau da irresponsabilidade do jornal. Chamá-lo de liberal virou esquizofrenia. Felizmente, ainda há quem considere que a missão da imprensa não é essa depravação, mas ser escrava dos fatos, missionária da verdade, pregoeira da decência, defensora da dignidade humana, mesmo quando não deixar de ser (nem poderia deixar) um negócio. Negócio de jornal, porém, não é quitanda. Todo louvor e respeito ao quitandeiro, que nos entrega alimentos. Mas cada um com seu cada qual, se assim consigo ser entendido lá pelos fundos do bosque (perdão, jardfim botânico edmilsoniano). 
  

Um abraço do Lúcio Flávio Pinto

 

UFPA - Nota oficialNotícias

25.11.2008 11:35
 
: :NOTA OFICIAL DO REITOR À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

Mais uma vez, como tantas no passado e mais recentemente nas últimas semanas, o Jornal O Liberal tem divulgado notas contra o atual Reitor da UFPA absolutamente infundadas, desprovidas do mínimo critério de seriedade e de ética. Foi o caso, por exemplo, da nota caluniosa referente a um suposto favorecimento na seleção de candidatos ao Mestrado em Ciência Política da UFPA (Repórter 70, edição de 18/11/08) ou de outra nota sobre uma exoneração fictícia de um jornalista que estaria coordenando (o que não é verdade) a campanha da chapa da atual vice-reitora (Repórter 70, edição de 23/11/08). Portanto, o jornal se isenta de valores que deveriam alicerçar, como fundamento inegociável, todo jornalismo pretensamente profissional e de qualidade, que tenha por escopo o respeito da população, pela transparência da informação e da notícia, e não o temor dos leitores, pela opacidade da ameaça e da chantagem.

 

Diretamente interessado nos resultados eleitorais da UFPA, por vínculos sobejamente conhecidos e motivações suspeitas, o citado veículo de comunicação novamente não mede conseqüências em mentir e caluniar despudoradamente, veiculando inverdades com incomparável desfaçatez, num desrespeito não tanto à pessoa física do reitor e de seus colaboradores, mas à própria instituição universitária e à sua autonomia constitucional, matéria que, por desvio de caráter, parece definitivamente desconhecer e menosprezar.

 

O mínimo que se espera de um jornalismo de respeito é a fundamentação da notícia e o lastro, testado, da informação. Não é o caso. Há muito, infelizmente, O Liberal se afastou desse caminho e, não por menos, segue, notoriamente, um destino tortuoso e descendente. Pela mentira, macula o instituto democrático da liberdade de imprensa; pela irresponsabilidade, vilipendia os princípios mais nobres da cidadania e da república.

 

Ao que tudo indica, pela repetição sistemática das maledicências – desde que o processo eleitoral na UFPA foi deflagrado –, não será surpresa se, nos próximos dias, com o objetivo de iludir e confundir os seus leitores mais desavisados, novas investidas imorais contra a verdade dos fatos e a honra das pessoas envolvidas na campanha à reitoria ganharem destaque nas páginas fraudulentas desse jornal, já devidamente avaliado pelo IVC, numa reedição das velhas e obscurantistas táticas totalitárias e terroristas do passado, de sobrevivência obsoleta, revestida de mediocridade.

 

A disputa à reitoria de uma universidade pública exige, de seus pleiteantes, magnanimidade de espírito e retidão de propósitos. A utilização criminosa de veículos de comunicação para a disseminação da farsa apenas atesta a falta de estatura moral e política de seus arautos. A universidade, como instituição, é maior do que seus membros. Por isso deve ser respeitada e honrada, acima de tudo, pelos aspirantes à sua direção. Educação superior exige, de seus representantes, coerência de postura e referência ética. Não há magnificência possível fora dessa moldura.

 

Belém, 24 de novembro de 2008

 

Alex Fiúza de Mello

Reitor

 

Fonte: http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=2582

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 00:11
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Novembro 23 2008

 

  www.olhares.com

Tortura

 

Tirar dentro do peito a Emoção,
A lúcida Verdade, o Sentimento!
- E ser, depois de vir do coração,
Um punhado de cinza esparso ao vento!..

 

Sonhar um verso de alto pensamento,
E puro como um ritmo de oração!
- E ser, depois de vir do coração,
O pó, o nada, o sonho dum momento...


São assim ocos, rudes, os meus versos:

Rimas perdidas, vendavais dispersos,
Com que eu iludo os outros, com que minto!

 

Quem me dera encontrar o verso puro,
O verso altivo e forte, estranho e duro,
Que dissesse, a chorar, isto que sinto!!

 



Todo o Sentimento - Chico Buarque
FONTE: blog da minha amiga Mari, o http://pedradealquimia.blogspot.com/

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 23:33

Novembro 22 2008

 

 

Minha sobrinha Louise num click que fiz do celular dela  

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 02:01
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Novembro 19 2008

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 02:55
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Novembro 16 2008

Do blog da Cris Moreno:  http://morenocris.blogspot.com/

 

 

Música/filme

The Dreamers (The Spy - The Doors)
Do filme Os Sonhadores, de Bernardo Bertolucci

 

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 15:02
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