Simplesmente Lu

Novembro 24 2009

Franssinete Florenzano descreve de forma louvável quem é o deputado Vic Pires Franco. Não é de hoje que tenho total aversão a este homem. Vale também ler os comentários do post que reproduzi abaixo, retirado do blog da jornalista, o URUATAPERA

Segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Falta de decoro

Como não acesso seu blog, o deputado Vic Pires Franco veio, usando o anonimato, e mandou seus asseclas reproduzirem para mim as imagens e textos ofensivos que ele publicou a respeito do café da manhã dos blogueiros com a governadora Ana Júlia Carepa, hoje.

Trata-se de mais uma investida torpe de um parlamentar que desonra o mandato e envergonha as famílias paraenses. Usa seu blog para difamar, injuriar e caluniar as pessoas, fazer fofocas da vida dos outros e politicagem para si e sua mulher – que já foi vice-governadora deste pobre Estado, secretária especial de Proteção Social e candidata a prefeita de Belém, mas não consegue sequer fazer o próprio marido se dar o devido respeito e respeitar pelo menos as mulheres, mães, profissionais e servidoras públicas que o casal se oferece para representar -. Para usar o bordão que ele adora, Vic Pires Franco é o maior ladrão da honra alheia que a História do Pará já viu.

Pago com o nosso dinheiro, passa os dias se auto-elogiando e fazendo proselitismo, ao invés de trabalhar, como é sua obrigação. Confiante na impunidade, destrói reputações, abala moralmente e faz de seu blog palanque eleitoreiro. Chafurda na lama de suas nojentas postagens e asquerosos comentários. Não tem noção do que é cidadania. Diz-se jornalista – quando jamais passou de locutor de TV, ainda assim só na emissora de amigo de infância, e isso no tempo em que essa função podia ser exercida por alguém que não fosse profissional da área -. Seu registro no Sindicato dos Jornalistas é precário, também por este motivo.

Vic julga os outros pelo que ele é. Um arremedo de político. Um insulto à dignidade paraense. Não fez falta alguma no café da manhã com a governadora. Como também não faz falta alguma na Câmara Federal e muito menos ao Pará.
68 comentários

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 21:55

Novembro 24 2009

 Pessoa Nefasta (Gilberto Gil)

 Tu, pessoa nefasta
Vê se afasta teu mal
Teu astral que se arrasta tão baixo no chão
Tu, pessoa nefasta
Tens a aura da besta
Essa alma bissexta, essa cara de cão
Reza
Chama pelo teu guia
Ganha fé, sai a pé, vai até a Bahia
Cai aos pés do Senhor do Bonfim
Dobra
Teus joelhos cem vezes
Faz as pazes com os deuses
Carrega contigo uma figa de puro marfim
Pede
Que te façam propícia
Que retirem a cobiça, a preguiça, a malícia
A polícia de cima de ti
Basta
Ver-te em teu mundo interno
Pra sacar teu inferno
Teu inferno é aqui
Pessoa nefasta
Tu, pessoa nefasta
Gasta um dia da vida
Tratando a ferida do teu coração
Tu, pessoa nefasta
Faz o espírito obeso
Correr, perder peso, curar, ficar são
Solta
Com a alma no espaço
Vagarás, vagarás, te tornarás bagaço
Pedaço de tábua no mar
Dia
Após dia boiando
Acabarás perdendo a ansiedade, a saudade
A vontade de ser e de estar
Livre
Das dentadas do mundo
Já não terás, no fundo, desejo profundo
Por nada que não seja bom
Não mais
Que um pedaço de tábua
A boiar sobre as águas
Sem destino nenhum
Pessoa nefasta

 
Gilberto Gil fala sobre a letra:
 
"Estranha personagem. Muita gente perguntou: 'É Paulo Maluf? É não sei quem?' Era a encarnação do pessimismo, do baixo astral brasileiro que, enfim, estava um pouco na figura do político, na do empresário, do tubarão, dos grandes patrões, dos poderosos da televisão... e na figura do bandido ruim, perverso, maldoso, sanguinário, que mata pra roubar - é até mais a esse personagem, de origem simples, humilde, que a música se dirige; é ele, mais identificado com a área popular, que melhor se incorpora à canção e é escolhido por ela, tanto que acaba sendo intimado a ir a pé à Bahia, ao Bonfim.

"Eu havia sido assaltado e, sem dúvida alguma, o fato influiu na minha criação: Pessoa Nefasta foi pra eles. Eram dois e, armados, nos imobilizaram, ficaram nos encarando, ameaçaram estuprar minha mulher e poderiam ter me matado, porque eu discuti com eles. É pro tipo de espírito deles que eu falo na letra, de sonoridades agressivas, toda no imperativo, como se dita por uma mãe de santo, um padre, um sacerdote, um guia espiritual, um exorcista: como um 'vadi retro, Satanás'.Pessoa Nefasta é uma canção de exorcismo."
 
Fonte: http://www.gilbertogil.com.br/sec_disco_info.php?id=233&letra
 

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 21:53
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Novembro 23 2009

Em tempos de Conferência Nacional de Comunicação e de mobilizações pela democratização da informação no Brasil, onde a internet tem papel primordial, a governadora Ana Júlia Carepa deu um passo certeiro e inédito (até onde eu saiba) ao convocar a blogosfera paraense para um bate papo durante um café da manhã, nesta segunda-feira (23), no Palácio dos Despachos. Denominado Diálogo Aberto, o encontro contou com a presença de blogueiros "de responsa", como os flanares (infelizmente o Juca não estava lá). Não pude participar, mas desejo que outros encontros do tipo ou com outros formatos (como sugeriram os jornalistas Paulo Bemergui e Augusto Barata) venham. E que  demais segmentos da sociedade civil possam participar e dialogar com a governadora.

 

Ana Júlia apresenta as políticas de governo aos blogueiros paraenses
23/11/2009 10:54

 
Da Redação
Secretaria de Comunicação
A governadora Ana Júlia, ao lado de Cláudio Puty (Casa Civil) e Paulo Roberto (Comunicação), durante o diálogo com os blogueiros paraenses
 

A governadora Ana Júlia Carepa reafirmou nesta manhã, durante conversa com blogueiros, seu compromisso com a construção de um novo modelo de desenvolvimento no Estado e afirmou os esforços do governo em levar políticas públicas a todas as regiões do Pará. Ela recebeu no Palácio dos Despachos um grupo de blogueiros paraenses, entre os quais CJK, Bacana, Franssinete Florenzano, Ércio Bemerguy, Zé Carlos, Belenâmbulo, Ananindeua em Debates, Observatório Eleitoral e outros blogs.

 

Estiveram presentes os secretários Edílson Araújo (Segov), Cláudio Puty (Casa Civil), André Farias (Seir) e Paulo Roberto (Secom). Após duas rodadas, os blogueiros Carlos Barreto (Flanar), Franssinete Florenzano (Uruá Tapera), Ércio Bemerguy (Mocorongo), Carlos Kayath (CJK), Milton Pereira e Rui Santana (Ananindeua em Debates) e Miguel Oliveira perguntaram à governadora Ana Júlia sobre a divisão do estado, investimentos do governo para a região oeste do Pará, investimentos na região metropolitana, empréstimos e a saúde financeira do Estado, bem como os problemas na saúde e no transporte na região metropolitana.

 

A governadora afirmou que as obras do Ação Metrópole estão em curso e, numa segunda fase, atingirão vias de acesso, como a BR-316, Almirante Barroso e Augusto Montenegro, criando condições para a criação do transporte integrado nos cinco municípios da região - Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides e Santa Bárbara do Pará, melhorando as condições de transporte para 2 milhões de pessoas.

 

Sobre os empréstimos, ela afirmou a saúde financeira do estado, e declarou que, ao contrário do que dizem pela internet, nenhum empréstimo foi feito para pagar a folha, já que isso é impossível.

 

Sobre a divisão territorial, a governadora disse que estranha que estes debates surjam sempre às vésperas de eleições. Disse ainda que o debate é feito de forma romântica, levando algumas pessoas a crer que a emancipação será a solução de todos os problemas, e que seu governo está trabalhando por todas as regiões como nenhum governo jamais o fez.

 

Sobre a região oeste, a governadora declarou que está atuando em Santarém. Fez asfaltamento de ruas em Santarém, a estrada que liga o aeroporto a Alter do Chão, o centro de convenções já está licitado e o parque tecnológico em Santarém terá suas obras iniciadas. Outra obra em curso é a construção da estrada e a ponte para Mojuí dos Campos, o mais novo município do estado. "Trabalhei muito para a criação da UFOPA", disse a governadora, mas "tem muito político por aí querendo ser o pai de um projeto que só poderia ser criado pelo presidente Lula", disse ela.

 

Saúde - Sobre a saúde, a governadora lembrou que a Santa Casa estava operando no limite de sua capacidade. "Em maio de 2004 morreram mais de 600 crianças", disse Ana Júlia, "mas a imprensa na época não dizia nada". "Vou entregar o governo com a construção da Nova Santa Casa". A governadora informou que seu governo está investindo na saúde nos municípios, através do repasse fundo a fundo e da capacitação, para fortalecer a saúde preventiva e assim desafogar os hospitais.

 

Quanto ao Ophir Loyola, a governadora está instalando equipamentos para o tratamento do câncer através de radioterapia. Outra área importante é o fortalecimento da saúde da família. "Quando comecei meu governo a cobertura do saúde da família estava em 22%. Vamos encerrar 2010 com quase 50% dos domicílios atendidos".

 

Secom

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 19:55

Novembro 23 2009
Foto: © Tamara Saré / Ag. Pará
 
Foto: © Tamara Saré / Ag. Pará
 
Foto: © Tamara Saré / Ag. Pará
 
Parabéns pela bela sequência da fotógrafa Tamara Saré, da Agência Pará, que mereceu esse registro e o meu elogio. Arrasou!!!
publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 19:32
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Novembro 23 2009
23/11/2009 10:33

 
Da Redação
Secretaria de Comunicação
Eunice Pinto/Ag Pa 
No último dia da Conferência Estadual de Comunicação, em Belém, foram escolhidos os delegados que vão representar o Pará na Conferência Nacional
Foto: Eunice Pinto/Ag. Pará
 
 

O Pará vai enviar 22 delegados para a Conferência Nacional de Comunicação, que ocorrerá em Brasília, no mês de dezembro. A escolha dos representantes foi feita no sábado (21), no encerramento da Conferência Estadual de Comunicação, no Parque dos Igarapés, em Belém, com a participação de mais de 300 pessoas de todo o estado.

 

Desde sexta-feira (20), os participantes dos diversos municípios paraenses discutiram as propostas do Pará que serão enviadas para compor a pauta da Conferência Nacional, convocada pelo presidente Lula. A democratização dos meios de comunicação foi a tônica das proposições feitas por militantes e profissionais da comunicação paraense.

 

Foram aprovadas as propostas que já haviam sido feitas nos encontros regionais, ocorridos nos municípios-pólo (Altamira, Marabá, Santarém e Belém), e novos itens que foram adicionados durante a Conferência Estadual pelos três grupos de trabalho que agregaram os participantes.

 

As proposições foram feitas de acordo com três eixos temáticos: produção de conteúdo, meios de distribuição e cidadania e direitos e deveres. No total, a conferência abrangeu 53 temas. O que foi aprovado será adequado ao sistema da conferência nacional.

 

O presidente da comissão organizadora estadual, Sérgio Santos, fez um balanço positivo da reunião, que, ressaltou, teve expressiva participação popular. "Superamos a meta de participantes inscritos, que era de 300 pessoas. Tivemos 334 credenciamentos e sabemos que ainda há pessoas que não chegaram a se inscrever, mas participaram da conferência", disse.

 

Os debates puderam ser acompanhados durante toda a conferência, ao vivo, a partir de flashes na programação da rádio Cultura FM. Segundo a coordenadora de produção da rádio, Cristina Hayne, a ideia era dar espaço a representantes de todos os segmentos sociais representados no evento, para que o ouvinte pudesse ter uma visão geral sobre as discussões em curso. Ela disse ainda que é papel da rádio Cultura, como emissora pública, contribuir para o debate democrático proposto pelo encontro.

 

As diversas formas de comunicação foram contempladas nas propostas aprovadas pela Conferência Estadual de Comunicação. Uma delas é o acesso à internet, cujo marco regulatório o governo federal discute atualmente com a sociedade, por meio de uma consulta pública que vai definir e construir as regras para o uso civil do meio de comunicação que mais se expandiu nos últimos dez anos.

 

O secretário estadual de Comunicação, Paulo Roberto Ferreira disse que o encontro cumpriu seu papel. Ele também destacou a iniciativa do governo do estado de promover conferências regionais antes da etapa estadual. "Isso enriqueceu bastante o debate. Dois terços da população do Pará não vivem na região metropolitana, vivem no interior. Portanto, é importante descentralizar o discurso e trazer todos para esse grande debate", disse.

 

Em outros estados do País, a conferência aconteceu em um único evento, enquanto no Pará houve quatro plenárias preparatórias nos municípios-pólo, envolvendo a participação de mais de mil pessoas.

 

Secom

 

Fonte: http://www.pa.gov.br/noticia_interna.asp?id_ver=54475

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 14:58

Novembro 21 2009

21/11/2009 17:10
Da Redação
Agência Pará

Eunice Pinto/Ag Pa            Clique na imagem para ampliar 
Participantes da I Conferência Estadual de Comunicação reunidos no Parque dos Igarapés, em Belém, discutem propostas para levar a Brasília
 
Eunice Pinto/Ag Pa            Clique na imagem para ampliar 
Manoel Melo, representante nacional da CUT, defendeu o fortalecimento das redes públicas de televisão e criticou o monopólio das empresas privadas
 
 

Debate, troca de ideias e informações marcaram a primeira parte da Conferência Estadual de Comunicação que acontece neste sábado (21), no Parque dos Igarapés, em Belém (PA), com a presença de mais de 300 participantes de todo o Pará.

 

Com o tema "Comunicação: meios para construção de direitos e de cidadania na era digital", a plenária desta manhã enfatizou a importância da internet na democratização dos processos comunicacionais.

 

Depois de ouvir as colocações dos palestrantes, o público também pode falar e fazer perguntas. O representante nacional da CUT, Manoel Messias Melo, criticou a falta de respeito à Constituição, em relação ao conteúdo programático das emissoras.

 

Melo disse que o espaço midiático hoje, controlado por poucos grupos, não reserva espaço para a pluralidade das opiniões e para o olhar de cada região. Por isso, ele defendeu o fortalecimento das redes públicas de televisão.

 

Internet - Manoel Melo disse também que, para a cidadania ser exercida em qualquer local, é primordial que a internet de banda larga gratuita seja instalada em larga escala. Ele destacou o Navegapará que garantiu ao governo do Pará o pioneirismo nesse processo.

 

O representante da empresa Telecom, Marco Aurélio Lopes, defendeu a criação de um Plano Nacional de Banda Larga, que serviria como agenda inaugural para as negociações, destacando o crescimento dos municípios atendidos pelo serviço móvel e pela banda larga, que deve alcançar a totalidade dos municípios brasileiros em 2010.

 

A criação de um modelo que permita acesso à banda larga para todos foi uma das sete propostas de sistematização das discussões apresentadas por Fábio Castro, professor da UFPA e assessor do governo Ana Júlia. Ele lembrou de questões peculiares que devem ser levadas em conta no caso de um estado amazônico como o Pará, como o espaço territorial e a diversidade regional.

 

Mudanças - Fábio Castro explicou que é preciso considerar que existe um marco regulatório geral, que regulamenta tudo o que está na Constituição e que deve ser cumprido o que ela determina, como o que prevê o capítulo 5, que garante a complementaridade das cotas para cada setor (privado, público e da sociedade), com divisão equilibrada de 33% de cotas para cada um. Da mesma forma, também deve ser regulamentado o espaço destinado à publicidade e às programações artísticas, culturais e informativas.

 

Entre os marcos regulatórios específicos, Fábio Castro citou a mudança no sistema de outorga, de forma a inibir todo tipo de oligopólio e monopólio nos meios de comunicação. Ele falou ainda da necessidade de mudança nos modelos atuais de radiodifusão comunitária, para que possa haver, por exemplo, a ampliação do alcance atual de 1 km.

 

Antônio Araújo, da direção do Sindicato dos Radialistas do Estado do Pará, criticou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pelo fato dela "não fechar empresas de rádio e TV, mesmo as que estão com as outorgas vencidas, mas fecha e processa rádios comunitárias". Segundo ele, a agência reguladora não tem gerência sobre o  funcionamento das rádios, já que isto é de competência do Ministério das Comunicações.

 

Maria Alda Silva, da Rádio Comunitária de Óbidos, no Baixo Amazonas, defendeu a volta para o estado de uma delegacia do Ministério. Das reivindicações de Leni Campelo, da Confederação Nacional das Mulheres, constavam a prescrição limitada do capital estrangeiro e o realce dos conteúdos regionais nas grades. Ela também lembrou a maneira preconceituosa que a mulher tem sido tratada nas propagandas.

 

Garantir as condições básicas para a efetivação das conquistas do processo democrático, garantiu Fábio Castro, tem sido preocupação constante do governo estadual. Prova disso foi o fato de ter convocado e incentivado a participação dos segmentos sociais para as plenárias estaduais. Nesse sentido, lembrou o professor, o estado tem estimulado a construção de estratégias comuns, empenho que tem resultado em parcerias tanto com a sociedade civil quanto com o empresariado.

 

Luciane Fiuza - Secom

 

Fotos: Eunice Pinto - Secom

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 21:38

Novembro 21 2009

21/11/2009 14:38
Da Redação
Agência Pará

 

 

Eunice Pinto/Ag Pa            Clique na imagem para ampliar 

Fábio Castro, professor do curso de comunicação da UFPA e assessor do governo do Pará, iniciou o debate na Conferência Estadual de Comunicação.

Foto: Eunice Pinto

 
 

Os participantes da I Conferência Estadual de Comunicação do Pará retomaram na manhã deste sábado (21) a plenária temática do encontro, que reúne 300 pessoas no Parque dos Igarapés, em Belém (PA). O professor Fábio Castro, assessor do governo do Pará, foi um dos expositores do dia. A abertura oficial da conferência aconteceu na noite de ontem (20), com a presença de representantes dos diversos segmentos sociais da capital e do interior do estado.

 

O Secretário de Comunicação do Pará, Paulo Roberto Ferreira, fez parte da mesa de abertura do evento, representando o poder público. Ele destacou a iniciativa do governo do estado de promover conferências regionais antes da etapa estadual. "Isso enriqueceu bastante o debate. Dois terços da população do Pará não vivem na região metropolitana, vivem no interior. Portanto, é importante descentralizar o discurso e trazer todos para esse grande debate".
Em outros estados do país, a conferência foi realizada em um único evento, enquanto no Pará houve quatro plenárias preparatórias nos municípios-pólo de Marabá, Altamira, Santarém e Belém, envolvendo a participação de mais de 1.000 pessoas.

 

José Selmo Souza, do Fórum Metropolitano de Reforma Urbana, também compôs a mesa, representando a sociedade civil. Segundo ele, a realização da conferência é um momento histórico, já que promove o debate sobre a democratização da comunicação há tantos anos esperado pelos movimentos sociais no Pará e no Brasil. "Passamos pela ditadura militar, depois por um processo de redemocratização e, hoje, estamos aqui em um novo momento", declarou.

 

Manoel Messias Melo, integrante da CUT Nacional, representava a Comissão Organizadora da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que acontece em Brasília no próximo mês e para a qual serão levadas as propostas resultantes do evento estadual. Para ele, a conferência é mais uma prova de que a participação popular na elaboração das políticas públicas pode e dever acontecer em todas as áreas. "Não há como falar em democracia sem dar voz a esses 190 milhões de habitantes", disse.

 

Também integravam a mesa de abertura Sérgio Santos, presidente da Comissão Organizadora Estadual (COE) e Marcos Aurélio Lopes, que respondia pelo segmento empresarial.

 

Navegapará - Sobre as expectativas para a Conferência Nacional, o secretário Paulo Roberto Ferreira destacou que uma das experiências que o governo do estado levará a Brasília será o Navegapará, programa que possibilita acesso gratuito a uma importante ferramenta de comunicação: a internet. "O Navegapará está garantindo inclusão digital, levando internet livre para escolas, sindicatos de trabalhadores rurais, hospitais, enfim, às pessoas que mais necessitam, possibilitando que elas produzam conhecimento, além de acessá-lo", disse ele.

 

Jussara Kishi - Secom

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 21:35

Novembro 20 2009

 

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 02:13
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Novembro 20 2009

 

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 02:03
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