Simplesmente Lu

Janeiro 31 2010

 

 

Olhando a lua...
Que graça tem?
Está diante dos olhos
Oferece a beleza que encanta
Que brota
Que me faz viajar...

Uma beleza imensa

Uma imensidão que chega a me afetar

 
Então observar a lua com alguém
Que saiba decifrar os mistérios de sua poesia
Tem mais efeito
Mais dança
Mais poesia
Qualquer ritmo que coloque em transe
 
Que essa lua espere
E não desespere meu olhar
Para que, calmamente, eu possa outra vez desfrutar
Dessa plenitude
Com todos os sentidos
Sentindo o corpo fluir
Como um passo
No mais perfeito enlace
 
Ela esperará...
Até pousar novamente na minha janela
 
Eu espero...

 

Lu

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 22:34

Janeiro 29 2010

 

 

Programa Panorama. Tv Cultura, 1977.

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 14:26
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Janeiro 29 2010


 
                                                     Clarice Lispector

"Eis que em breve nos separaríamos. e a verdade espantada é que sempre estive só de ti, e não sabia. E agora sei, eu sou só. Eu e minha liberdade que eu não sei usar.
Mas eu assumo a minha solidão. Sou só. Tenho que viver uma certa glória íntima e silenciosa.
Eu guardo o seu nome em segredo.
Eu preciso de segredos para viver."

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 00:53
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Janeiro 27 2010

  

 

"Vou continuar, é exatamente da minha natureza nunca me sentir ridícula, eu me aventuro sempre, entro em todos os palcos".
  
Clarice Lispector.
 

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 12:50

Janeiro 27 2010

25/01/2010 16:22

 
Da Redação
Secretaria de Comunicação
 
David Alves/Ag Pa 
Governadora Ana Júlia Carepa destaca o desenvolvimento sustentável na abertura da 2ª Reunião da Mesa Redonda Brasil-União Européia
 
 
Integrante da mesa de abertura, a governadora Ana Júlia ressalta os avanços promovidos pelo governo estadual com o Cadastro Rural Ambiental (CAR)
 
 
David Alves/Ag Pa 
O diretor do Museu Emílio Goeldi, Nilson Gabas Júnior, destaca o desafio de governar um estado com dimensões de país, como o Pará
 
 

"Não há sustentabilidade sem ordenamento territorial e regularização fundiária e ambiental", disse a governadora Ana Júlia, durante a abertura da 2ª Reunião da Mesa-Redonda da sociedade civil, Brasil e União Européia, no Museu Emílio Goeldi, cujo tema é "Convenções sobre o clima, matriz energética mundial e desenvolvimento sustentável". "Que este debate contribua de uma forma eficiente para esse novo paradigma, que é a construção do desenvolvimento sustentável", desejou a governadora. Os debates começaram no último domingo (24), em Macapá, com visita da delegação à floresta amazônica, e prosseguem até terça, 26. O encontro é organizado pela Presidência da República, por meio do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) e do Comitê Econômico e Social Europeu (CESE), órgão consultivo da União Européia.

 

Na mesa de abertura, a governadora ressaltou os avanços promovidos pelo governo estadual com o Cadastro Rural Ambiental (CAR), o Plano de Proteção e Combate ao Desmatamento (PPCAD), o Zoneamento Econômico Ecológico (ZEE), e o Programa Um Bilhão de Árvores para a Amazônia, cuja meta é plantar e reflorestar, em cinco anos, um milhão de hectares de terras alteradas no Estado. "São iniciativas que assumem a mesma postura que o governo Lula tem adotado ao promover o desenvolvimento sustentável e combater a pobreza", frisou.

 

Novo modelo - O CAR permitiu, por exemplo, que o Pará livrasse do embargo produtos da agropecuária para o produtor devidamente cadastrado e comprometido com a recuperação da sua área de reserva legal alterada, além do que permite a legislação. "Quando assumimos o governo nos comprometemos a formatar um novo modelo de desenvolvimento no Estado, que se contrapõe ao modelo predatório de tantos anos, oferecendo oportunidades para a população", disse Ana Júlia.

 

"Entendo que deve haver uma compensação do mundo para o ser humano que vive na Amazônia", uma população de cerca de 23 milhões de pessoas que tem o "direito à qualidade de vida e conforto, como qualquer cidadão do mundo". A governadora ressaltou ainda o compromisso de países ricos com o Fundo Amazônia do governo federal, no qual o Pará foi o estado que mais apresentou projetos.

 

O desafio de governar um estado com dimensões de país, como o Pará, com base no desenvolvimento sustentável e justo, foi realçado pelo diretor do Museu Emílio Goeldi, Nilson Gabas Júnior, ao destacar a importância do estímulo de uma boa base tecnológica e científica, referindo-se aos investimentos do governo do Pará e parcerias com outros Estados e entidades.

 

Ele externou sua emoção de saber de Paulo Simão, membro da Secretaria de Relações Institucionais e conselheiro da CDES, que foi Zilda Arns, a fundadora da Pastoral da Criança e que integrava o Conselho, quem deu a idéia do Museu Goeldi sediar o encontro, refletindo a importância da entidade e do seu trabalho em pesquisa e biodiversidade no cenário mundial.

 

No início do encontro, Simão, representando o ministro Alexandre Padilha, pediu um minuto de silêncio em memória de Zilda Arns, uma das vítimas do terremoto no Haiti. Diretor da Pastoral, Silvio Santana foi homenageado com um buquê de rosas, recebido das mãos de Mario Sepi, presidente do CESE. O governo federal e entidades da sociedade civil organizada, comentou Santana, estão encampando a idéia de sugerir a indicação da Pastoral da Criança ao Nobel da Paz.

 

Agenda estratégica - O Ano Internacional da Biodiversidade, comemorado em 2010, foi lembrado por Izabela Moura, ministra interina do Meio Ambiente. Ela garantiu que os debates climáticos avançaram no país, onde hoje há "uma agenda longa e estratégica", num contexto que indica três ações a serem observadas: a biodiversidade do planeta, a agenda climática e as ações de controle ao desmatamento ilegal na Amazônia - que passou a ser uma estratégia de governo com a instituição do programa Arco Verde Terra Legal, parceria entre União, estados e municípios.

 

Para a governadora Ana Júlia Carepa, "reduzir o desmatamento e, ao mesmo tempo, dar alternativa de renda para esta população, tem um custo alto e é preciso parceria externa para isso".

 

O Pará é a maior área de floresta protegida de toda a Amazônia, lembrou Ana Júlia, que comemorou a recente e inédita redução do desmatamento no Estado, explicando que, na luta pela redução das taxas, todos devem estar incluídos, desde a agricultura familiar até o agronegócio industrial.

 

Mas ela destacou a importância da compensação ambiental para a população paraense, por meio de incentivos como o Campo Cidadão, onde uma das metas é o pagamento de serviços ambientais, cujo projeto já se encontra no Congresso Nacional.

 

Ana Júlia destacou a vitória de ter conseguido atrair investimentos para implantar a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa). Dentro deste modelo de desenvolvimento sustentável, também há o agregamento de valor aos produtos naturais como, por exemplo, no caso das hidrelétricas, uma matriz de energia limpa e mais em conta para a população, como a do Linhão do Marajó, onde a energia termelétrica nociva de óleo diesel está sendo substituída.

 

O projeto de implantação da Hidrelétrica de Belo Monte e o acordo do Estado com a Vale, no sudeste, lembrou Ana Júlia, tem como norte a garantia da geração de emprego e renda, bem como o desenvolvimento dos municípios.

 

Luciane Fiuza - Secom

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 12:32

Janeiro 25 2010

Dez anos depois da primeira edição do Fórum Social Mundial, em 2001, a proposta de um outro mundo possível, criada em contraposição ao avanço do neoliberalismo representado pelo Fórum Econômico de Davos ainda é atual. A análise é do empresário Oded Grajew, considerado pai do FSM.

Mais do que nunca um outro mundo é possível. Há dez anos o modelo neoliberal estava no auge, o Meném [Carlos Menén, ex-presidente da Argentina] era recebido como modelo a ser seguido. Hoje o quadro político mudou, principalmente na América Latina. Vários frequentadores do fórum estão hoje nos governos, disse em entrevista Agência Brasil.

Em dez anos, na avaliação de Grajew, o fórum conseguiu emplacar ideias que se transformaram em políticas públicas e chegou a apresentar as fórmulas para que países saíssem da crise financeira internacional. Vários países que se salvaram da crise seguiram propostas e recomendações do fórum, como o controle do sistemas financeiro e o fortalecimento da economia no mercado interno, citou.

O legado do maior encontro de movimentos sociais do planeta também inclui a criação de uma sociedade civil global, que fez o FSM se espalhar pelo mundo, segundo Grajew, e garante a atuação da sociedade civil em espaços de decisão como as reuniões do G-8 e a Conferência da Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.

Uma década depois da primeira edição, Grajew reconhece que o fórum é visto com menos preconceito pela sociedade, que considerava o encontro esvaziado de propostas concretas. Quando começou não era levado a sério, era visto com um lugar de gente que só sabe protestar. Hoje é muito mais levado a sério. Não significa que ficou menos revolucionário, as propostas são muito avançadas.

Com o enfraquecimento das políticas neoliberais, o fórum tende a concentrar as críticas e reflexões em novos temas, principalmente a sustentabilidade.

O outro mundo possível se torna cada vez mais urgente. A questão ambiental é uma ameaça. Temos que ter outro modelo de produção, de consumo e outra relação com a natureza, lista.

Segundo Oded Grajew, entre os desafios do FSM para os próximos anos também está a necessidade de mudanças nos sistemas de financiamentos de governos.

O FSM 10 anos começa na próxima segunda-feira (25) e vai até o dia 29, com cerca de 500 atividades em Porto Alegre e em municípios da região metropolitana da capital gaúcha. A expectativa é que 30 mil pessoas passem pelo megaevento durante a semana.

(AE)

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 01:38
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Janeiro 24 2010

 

 Quero dançar contigo
Envolver-me em teus braços
Sentir teu ritmo
Tocar na energia pulsante das tuas veias
A embalar cada passo
A impulsionar os movimentos  
Criando emoções
Recriando gestos
Corpos movidos pelo compasso da respiração
Formando um balé de desejos
Dois corpos e uma dança
Pas-de-deux de sensações
Balé de vários atos
Em um ato de amor.
 
Lu.
 
OBS As imagens acima são trabalho do artista Leonid Afremov. Informações aqui 
publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 02:52
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Janeiro 24 2010

Jane Duboc & Sebastião Tapajós - Bom Dia, Belém

 
 
publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 00:18
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Janeiro 23 2010

 

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 06:12
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