Simplesmente Lu

Novembro 18 2007

 

Depois da chuva da tarde, havia um coração no meio do caminho. No meio do caminho havia um coração. O fazer artístico da natureza. O belo na simplicidade do acaso. Recorro ao Drummond para tentar falar da beleza da imagem... Falar torna-se desnecessário. O registro foi inevitável. 

 

"Chuva que cai lentamente no rio

Soando baixinho um canto sutil

Chuva dos olhos plangentes da gente

Pingante da chuva cai de repente

Chuva das noites ou das madrugadas, dos lamentos, mágoas

Chuva das duas da tarde, lembranças suaves, saudades..."

 

(Trecho de "Chuva", de Nivaldo Fiuza de Mello)

 

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 22:28
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