Simplesmente Lu

Fevereiro 18 2009

 

Gostaria de registrar e dividir com vocês um comentário que achei na internet, o qual faz referência a uma carta que mandei, ano passado, para o Jornal Pessoal (JP), do Lúcio Flávio Pinto - leia abaixo.

 

José Cristian, de Belo Horizonte (MG), a frente do blog O Grisalho Vespertino, fala sobre o assunto no post Democracia: ocupação da mídia Já a carta publicada no JP pode ser vista logo abaixo ou clicando neste link

 

Sobre o assunto, também falei nos posts Reflexões I e II deste blog.

 

Depois de tudo, só me arrependi de não ter fografado ou filmado estas cenas do encontro. Fica o alerta para que da próxima vez eu esteja preparada. 

 

Lu.

Jornalistas

Cartas

Participei do VI Congresso Estadual dos Jornalistas, promovido pelo Sindicato dos Jornalistas do Estado do Pará (Sinjor), no início de agosto, no Hangar - Centro de Feiras e Convenções da Amazônia (ver Jornal Pessoal nº 424). Deixo algumas reflexões sobre o evento e o que presenciei nele. O inusitado do encontro foi, sem dúvida, o que aconteceu no segundo dia: a aparição de cerca de 50 pessoas ligadas a diversos movimentos sociais, como a Via Campesina, Abraço, MST e Movimento Estudantil. Eles protestavam contra a imprensa, em especial contra a Rede Globo. O grupo entrou no auditório no início da palestra de Lúcia Leão, paraense que é editora-executiva do Jornal Hoje, da Rede Globo. Ao notar os primeiros cartazes sendo abertos, ela fez o seguinte comentário: “Que meigo!”. Em seguida, retirou-se do local [o presidente da Fenaj, Sérgio Murillo, também se retirou do auditório nesse momento. LFP] e, no seu lugar, representantes dos movimentos começaram a falar. Reclamaram exemplificando com algumas situações específicas da programação da Globo e de sua representante local, a TV Liberal, como o fato de passarem uma imagem “mentirosa” do Pará e dos movimentos sociais.

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LFP @ setembro 15, 2008

 

2 Comentários

  1. luizbranco outubro 14, 2008 @ 18:16

    Parabéns pelo seu texto, por sua justa indignação.
    Sou um simples operário-revisor-de-textos, não tenho pretensão de saber dos meandros, dos porões em que se meteram a profissão de jornalista e os jornais em geral. O que vejo aqui em Belém é a ausência de algo que possamos chamar de jornal. A padronização dos jornais retirou-lhes a alma. São jornais desalmados, sem vida, pois que não respeitam a notícia, criam suas próprias pautas segundo seus interesses. O repórter parece que não tem autonomia pra noticiar os fatos. Está na encruzilhada entre manter-se no mercado trabalhando, pagar suas contas e obedecer a um mecanismo que o exclui e o faz agir apenas como peça de uma engrenagem que tem outros objetivos que não sejam o de noticiar, informar, esclarecer, mas confundir, iludir e enganar.

     

  2. jose.cristian outubro 21, 2008 @ 15:22

    Ocupação de espaços da mídia. Um belo exemplo de democracia. Os jornais - em todos os meios - tentam criminalizar qualquer movimento de democratização da informação. A descrição do “choque” de alguns estudantes mostra que tipo de profissionais estão sendo formados nas universidades. Estudei numa Federal o curso de Comunicação Social e à época me assombrei com o nível despolitizado de alunos queixosos quanto a greves ou vestimentas de colegas de universidade. Importante lembrar que esse tipo de reclamação partia sempre de quem podia pagar por um curso em universidade particular, mas que ganhava vagas de universidades públicas.

FONTE:  Jornal Pessoal - A Agenda Amazônica de Lúcio Flávio Pinto:

                http://www.lucioflaviopinto.com.br/?p=359

publicado por Luciane Barros Fiuza de Mello às 04:51

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